Ortopedista do CREB apresentará trabalho em congresso internacional de TOC, na Espanha
A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC),...
A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC), que acontecerá em San Sebastian, na Espanha, de 22 a 24 de junho.
O encontro, que reunirá especialistas do mundo inteiro, apresentará os avanços e as novidades da TOC. A Dra. Danielle apresentará, na ocasião, um trabalho no formato poster intitulado: “Extracorporeal shockwave therapy and delayed healing of fracture of fifth metatarsal – a case report”.
“Fiz um relato de caso de uma paciente que tratei recentemente no CREB e que evoluiu muito bem. Havia um retardo de consolidação de uma fratura no pé e realizamos sessões de TOC, com excelente resultado”, afirma a Dra. Danielle, membro da equipe de Terapia de Ondas de Choque do CREB, coordenada pelo Dr. António d’Almeida. Corroboramos mais uma vez a indicação de TOC – Terapia por Ondas de Choque – para pseudo artrose e retardo de consolidação de fratura.
Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado
Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado
É verdade, e há explicação para isso: em sua maioria, pessoas que sofreram algum tipo de amputação ainda sentem o membro amputado. É o que a medicina chama de dor do membro fantasma. Estudos científicos indicam que de 90% a 98% dos pacientes sofrem do membro fantasma logo após a amputação ou perda do membro, tanto inferiores quanto superiores.
“O membro fantasma é a sensação de que um membro removido ou amputado ainda está presente ali, desempenhando suas funções. A pessoa amputada geralmente ainda sente sensações daquele membro, inclusive dor. Tal situação acontece devido às alterações que ocorrem no córtex do cérebro, após a amputação de um determinado membro. O cérebro ainda recebe sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixados pelo membro amputado”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A clínica conta com um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização. O Dr. Antônio esclarece que pacientes amputados podem sentir até cócegas, contrações, formigamento, fisgadas, dormência e dor aguda, e também frio e calor. “Podem ser sintomas leves para uns, mas para outros debilitantes e que interferirem nas atividades o dia a dia. Entre os fatores de risco que contribuem para essa síndrome estão dor ou infecção antes da amputação, presença de coágulos de sangue no membro amputado, amputação traumática e o tipo de anestesia utilizada durante a amputação”, afirma o fisiatra do CREB.
O Dr. Antônio ressalta que há tratamento, utilizando-se relaxamento muscular, biofeedback e acupuntura, além de medicamentos. Cada caso é analisado individualmente. O CREB conta com um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso.
Estrabismo: tratamento com a RPG Souchard oferece inúmeros benefícios
Estrabismo é o desalinhamento dos olhos para direções diferentes, que acontece quando os músculos oculares sofrem um desequilíbrio em sua função. Essa alteração óculo-motora representa a perda do paralelismo dos olhos, e assim ocorre o desvio de um o...
Estrabismo é o desalinhamento dos olhos para direções diferentes, que acontece quando os músculos oculares sofrem um desequilíbrio em sua função. Essa alteração óculo-motora representa a perda do paralelismo dos olhos, e assim ocorre o desvio de um ou ambos os olhos em qualquer direção em relação à vista frontal, podendo se manifestar de forma convergente (o olho afetado está desviado para dentro, em direção ao nariz), divergente (o desvio do olho para o lado) e vertical (quando o desvio do olho afetado é para cima ou para baixo, ou seja, no sentido vertical).
A causa do Estrabismo não é totalmente compreendida, mas essa alteração ocular normalmente acompanha doenças que afetam o cérebro. O que pouca gente sabe é que a doença pode ser tratada também com o RPG Souchard, uma técnica bastante utilizada para a correção de articulações que não estão em suas posições fisiológicas.
– O trabalho de Reeducação Postural Global é feito no local da lesão, atuando delicadamente sobre os olhos e sobre o comportamento cervical envolvido. A RPG Souchard é baseada em ajustes posturais que permitem a reorganização e o reequilíbrio da estrutura corporal, oferecendo inúmeros benefícios não somente para a postura, mas também como tratamento a inúmeras doenças, como os distúrbios oculares, mais precisamente o Estrabismo – explica o fisioterapeuta Paulo Delgado, staff do serviço de reabilitação física do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, as sessões de RPG Souchard possibilitam alcançar uma melhora significativa da visão, em virtude da recuperação do paralelismo dos olhos. E em alguns casos pode haver, inclusive, a redução dos graus sobre as lentes dos óculos, trabalho que, entretanto, deve ser sempre acompanhado pelo oftalmologista.
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